24/09/26
Goiânia registrou, em 2025, o segundo menor percentual de trabalhadores em atividades noturnas entre as capitais brasileiras. Apenas 5% das pessoas ocupadas com 14 anos ou mais trabalhavam à noite ou em jornadas parcialmente noturnas, segundo dados da PNAD Contínua Anual, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados pelo Jornal Opção.
O índice da capital goiana é igual ao registrado em Campo Grande (MS). Entre as 27 capitais, apenas Belém (PA) apresentou percentual menor, de 4,4%. Manaus (AM) e Florianópolis (SC) aparecem logo acima, ambas com 5,1%. No outro extremo, Boa Vista (RR) liderou a proporção de trabalhadores noturnos, com 18,6%, seguida por Rio Branco (AC), com 16,4%, e Aracaju (SE), com 15,3%.
O percentual de Goiânia também ficou abaixo das médias de Goiás e do Brasil. No Estado, 6,3% dos trabalhadores exerciam atividades noturnas ou parcialmente noturnas, o equivalente a aproximadamente 241 mil pessoas entre 3,862 milhões de ocupados. Já no país, o índice chegou a 8,4%, com cerca de 8,637 milhões de trabalhadores nessa condição.
Os dados mostram ainda uma pequena diferença entre homens e mulheres na capital. Entre as mulheres ocupadas em Goiânia, 5,1% trabalhavam à noite ou parcialmente à noite, contra 4,9% dos homens. Em Goiás, o cenário foi inverso: o percentual chegou a 7% entre os homens e a 5,3% entre as mulheres.
No Brasil, 9,6% dos homens ocupados exerciam atividades noturnas ou parcialmente noturnas, enquanto entre as mulheres a proporção era de 6,8%. Os números fazem parte do levantamento Características Adicionais do Mercado de Trabalho 2025, da PNAD Contínua Anual.