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Participante do BBB 26 trabalhou em gabinetes políticos em Brasília

15/01/26

Uma das participantes do Big Brother Brasil 26, Jordana Ribeiro Morais, teve passagem por gabinetes políticos em Brasília antes de ingressar no programa e agora aparece no centro de uma controvérsia envolvendo concurso público. Dados da Câmara dos Deputados indicam que ela exerceu cargo comissionado de assistente técnica na liderança do União Brasil, com remuneração em torno de R$ 7 mil mensais, tendo sido formalmente exonerada em 3 de abril do ano passado.

Registros oficiais apontam a exoneração na data informada, mas fontes ligadas ao partido afirmam que Jordana já havia deixado a liderança há quase dois anos, o que gera divergência quanto ao período efetivo de atuação. As mesmas fontes, sob reserva, disseram que ela teria passado a atuar no gabinete do deputado federal Gustavo Gayer, do PL. Integrantes da legenda negam vínculo funcional, afirmando que a relação teria sido apenas pessoal, sem nomeação oficial.

Além da trajetória em gabinetes políticos, Jordana passou a ser questionada nas redes sociais por suposta autodeclaração racial em concurso público. Reportagem do Metrópoles apontou que a participante teria se autodeclarado negra para concorrer no concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT). A acusação ganhou repercussão após a circulação, no X, de documento do Cebraspe que lista candidatos autodeclarados negros.

O nome de Jordana consta no resultado final do concurso realizado em 2015, destinado à formação de cadastro de reserva para os cargos de analista e técnico judiciário. À época, ela teria cerca de 18 anos, e o cargo de técnico exigia apenas ensino médio completo. Até o momento, não há informação sobre decisão administrativa ou judicial que tenha questionado formalmente a autodeclaração apresentada no certame.


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