Goiânia, 05/08/2026
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Investigação apura elo de sócios de Virginia com empresária do PCC

04/08/26

A influenciadora Virginia Fonseca voltou a ter o nome associado a uma investigação policial após dois de seus sócios na marca de cosméticos WePink passarem a ser alvo de um inquérito conduzido pela Polícia Civil de São Paulo. Samara Martins, conhecida como Samara Pink, e Thiago Stabile são investigados por suspeita de envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligado a Karen de Moura Tanaka Mori, a "Japa do PCC".

Segundo a investigação, Samara e Thiago mantiveram, entre 2017 e 2022, uma sociedade empresarial com Karen Mori na expansão da rede de franquias Pink Lash, voltada ao segmento de beleza. Além da parceria comercial, os investigadores apontam que os empresários também mantinham uma relação de proximidade com a empresária.

Karen Mori é viúva de Wagner Ferreira da Silva, conhecido como "Cabelo Duro", apontado pelas autoridades como integrante da cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC). A principal linha de investigação sustenta que recursos oriundos do tráfico de drogas teriam sido direcionados para empresas do ramo da beleza, negócios imobiliários e outras atividades com o objetivo de ocultar a origem ilícita do dinheiro.

A WePink foi fundada em 2021 por Virginia Fonseca, Samara Martins, Thiago Stabile e o empresário Chaopeng Tan. Procurada pelo Metrópoles, a assessoria da influenciadora informou que não comentará o caso. Até o momento, não há acusação formal nem condenação contra os empresários, e as investigações seguem em andamento.


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